quarta-feira, 3 de agosto de 2011

MATERIAL ARTE 1 ANO ALFA


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segunda-feira, 1 de agosto de 2011

MATERIAL ARTE 2 ANO ALFA


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quinta-feira, 7 de julho de 2011

Documentos do Império na internet...


Assembléia Legislativa de São Paulo disponibiliza cerca de 350 mil documentos produzidos até a década de 1930

Um ofício de requerimento de aumento de salário para os professores de São Paulo de 1841, ou o contrato de parceria estabelecido entre o senador Vergueiro e os colonos imigrantes europeus para trabalhar em sua fazenda de café de 1852. Esses são alguns dos exemplos dos documentos que compõem o Acervo Histórico da Assembleia Legislativa de São Paulo e agora estão, digitalizados, na internet.

No total, são 350 mil documentos originais da época do Império, da República Velha e dos anos 1930, relativos ao estado de São Paulo e seus municípios. A publicação desse acervo no portal da Assembleia é fruto de um projeto de digitalização iniciado há 15 anos. Até agora, os documentos só estavam disponíveis para pesquisadores.

Entre os registros que podem ser pesquisados no site, mediante um sistema de busca, estão diversos ofícios e requerimentos relativos à instalação, desenvolvimento e manutenção de serviços públicos nos diversos municípios; legislação referente à urbanização, abertura de estradas, instalação de ferrovias; assim como documentos sobre a organização do poder público e todo tipo de tributação, inclusive sobre o comércio de escravos.

www.al.sp.gov.br

por Graziella Beting

A Cidade do Lixo...

Cairo, no Egito, tem uma população de 8 milhões de pessoas e o lixo produzido por esta multidão é coletado em sua maior parte, informalmente, por um povo religioso chamado Zabbaleen do destrito de Manshiyat naser, ou como é conhecida, a Cidade do Lixo.

Esta cidade fica próxima de Cairo, onde os Zabbaleen “trabalham” de lixeiros há quase 100 anos. Eles coletam, separam, reciclam, vendem e usam o lixo. Muitas vezes cobram uma taxa por recolher o lixo e levar para a “cidade do lixo”, fora de Cairo.

Nesta cidade, até os telhados são apinhados de sacos de lixo, é impressionante.

Com o crescimento do Cairo, as autoridades decidiram contrarar empresas Européias parra a coleta do lixo, mas o povo ainda prefere que o lixo seja retirado pelo povo Zabbaleen, porque é mais eficiente e barato.





sexta-feira, 3 de junho de 2011

Satélite revela novas pirâmides no Egito...


Projeto pioneiro de mapeamento a partir de fotos tiradas do espaço identifica mais de 3 mil sítios arqueológicos desconhecidos no país.

Há quase uma década, a professora Sarah Parcak, da Universidade do Alabama, vem utilizando fotografias tiradas por satélite para localizar e estudar sítios arqueológicos em várias partes do globo. Na última semana, a pesquisadora apresentou os resultados de seu projeto mais ambicioso: construir uma espécie de “planta” completa do Antigo Egito a partir desse tipo de imagem.

Não poderia ter dado mais certo: a equipe de pesquisadores do Sepe (Survey and Excavation Projects in Egypt – Projetos de busca e escavação no Egito), grupo de especialistas liderado por Parcak, localizou nada menos que 17 novas pirâmides e mil tumbas desconhecidas. Além disso, imagens em infravermelho ajudaram a identificar estradas e agrupamentos urbanos que pareciam perdidos. É o caso da cidade antiga de Tanis, atualmente San El Hagar, que teve o traçado original de suas ruas revelado pelas modernas tecnologias.

Ao todo, são cerca de 3100 sítios arqueológicos que, se não fosse por fotografias tiradas a 700 km de distância da superfície terrestre, provavelmente continuariam soterrados no deserto.

A partir de agora, o projeto vai seguir em duas frentes: por um lado, os pesquisadores tentarão localizar outros sítios arqueológicos, soterrados em locais de localização mais difícil. De acordo com declarações da professora Parcak ao site da rede britânica BBC, é o caso de assentamentos que foram encobertos pelo lodo trazido pelo Nilo, o que dificulta o uso de técnicas como o infravermelho.

A segunda frente de trabalho é a mais óbvia: o grupo agora precisa escavar os milhares de novos sítios e recolher os objetos que forem encontrados. Afinal, isso é algo que as modernas tecnologias ainda não podem fazer pelos arqueólogos.

por Pietro Henrique Delallibera

Material arte - 2 ano ALFA - Neoclassicismo


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quinta-feira, 2 de junho de 2011