segunda-feira, 14 de junho de 2010

As origens históricas do Dia dos Namorados...

Celebração em homenagem a São Valentim surgiu na Idade Média e por séculos foi uma festa que liberou mulheres casadas para trair seus maridos...

O dia dos namorados, ou dia de São Valentim, como é chamado em alguns países, é uma das principais datas comemorativas do planeta. A troca de presentes e mensagens entre os casais aquece o comércio e gera cifras colossais em diversos países. No entanto, a celebração nem sempre foi ligada ao comércio. A festividade tem raízes históricas que remontam aos rituais pagãos da Roma antiga.

De acordo com a tradição, o dia 14 de fevereiro, data em que o dia dos namorados é comemorado em países como os Estados Unidos, relembra o aniversário de morte de São Valentim, mártir cristão que provavelmente viveu durante o século III. Nesse período, o imperador romano Claudio II proibira os casamentos, por acreditar que os homens solteiros e sem responsabilidades familiares eram melhores soldados. Valentim se opôs a essa decisão, concedendo as bênçãos matrimoniais a jovens noivos de forma clandestina.

A rebeldia do santo o levou à prisão e ele acabou decapitado no ano de 270. Durante o período em que esteve trancafiado, Valentim teria se apaixonado por uma jovem, filha do carcereiro, com quem manteve um romance secreto. Antes de sua morte, o religioso lhe escreveu uma mensagem em que assinou “do seu Valentim”, criando aquilo que se tornaria o primeiro cartão de dia dos namorados.

Dois séculos depois, no ano de 496, o papa Gelásio I escolheu Valentim como símbolo dos enamorados. No entanto, toda a saga do mártir é incerta. Há pelo menos três religiosos com o nome de Valentim, dois deles sepultados em Roma e um terceiro que teria sido morto na África. A própria Igreja Católica, em 1969, deixou de celebrar o aniversário do santo por considerar suas origens – e mesmo sua existência – incertas.

Apesar dessas dúvidas sobre a verdadeira história do mártir, a data que relembra sua morte se consolidou durante o período medieval, mas de uma maneira muito diferente da que conhecemos hoje. Ligadas a rituais de fertilidade e renovação da terra que remontam ao período romano, as comemorações do dia de São Valentim eram o momento em que as rígidas condutas morais impostas pela Igreja Católica eram quebradas. Nessas festividades, as mulheres casadas reconquistavam as liberdades do tempo de solteiras e ficavam livres para flertar com quem quisessem, podendo até cometer adultério com a tolerância de seus maridos.

Esse tipo de conduta, que desafiava o sagrado dever da fidelidade, foi duramente combatido pela Igreja, especialmente após o século XVII, durante a chamada Contra-Reforma. Essas tradições se mantiveram por algum tempo em regiões como Turim e Gênova, mas a partir do século XX já haviam desaparecido por completo. A partir de então, a comemoração do dia de São Valentim abandonou suas raízes libertinas e se tornou uma ocasião para as demonstrações de afeto entre casais de todo o planeta.

No Brasil, a história do dia dos namorados começou em 1949. Na época, o empresário João Dória trouxe do exterior a ideia de celebrar uma data em homenagem aos jovens casais. No entanto, a festa passou por algumas adaptações para se encaixar melhor nas tradições do país. Em primeiro lugar, a referência a São Valentim, santo nada popular na cultura brasileira, foi abandonada. Em seguida, trocou-se o dia 14 de fevereiro pelo 12 de junho. A nova data, véspera do dia do “santo casamenteiro”, Santo Antônio, foi escolhida para que a festividade pudesse animar o fraco comércio no sexto mês do ano. E deu certo.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Um Google histórico...

Instituições de ensino da Inglaterra se unem para criar sistema de buscas on line para documentos da história britânica

Doze universidades britânicas uniram-se para criar um sistema inteligente de buscas, capaz de pesquisar apenas entre fontes históricas. É o Connected History Project, que vai reunir livros, periódicos, manuscritos, registros civis, mapas e imagens datadas entre 1500-1900.

Inicialmente limitado à história britânica, o site deve funcionar como uma espécie de Google, mas que vasculha, especificamente, arquivos históricos. O projeto está sendo encabeçado pela Universidade de Sheffield e conta com o Instituto de Pesquisas Históricas e a Universidade de Londres, entre outros, como participantes. Entre os acervos que estão sendo integrados estão bancos de dados com registros civis, mapas, imagens, coleções de jornais do séculos XVII a XIX, documentos parlamentares, recenseamentos, relatórios estatísticos sobre a população, registros de igrejas, panfletos etc.

A previsão dos organizadores é que o site esteja pronto até março de 2011 e atraia acervos de outras instituições.

O que é bom dura pouco...

Guillermo Del Toro deixou os dois filmes baseados em O Hobbit, mas prometeu ao fórum The One Ring, especializado em O Senhor dos Anéis, que escreveria uma última vez para falar da sua saída.

Del Toro o fez neste domingo. Leia os trechos mais interessantes do post:

"Pete [Jackson] e companhia têm se comprometido com OSdA por anos, eu também venho desenvolvendo filmes por anos, e rodei vários em locações... Mas raramente você se desloca assim para um período longuíssimo, e especialmente você tem contratos forjados em ferro que congelam outras obrigações contratuais que você tenha com múltiplos estúdios. Meu comprometimento com o projeto exigia enormes sacrifícios tanto pessoais quanto profissionais, e as consequências se estenderiam por anos. Eu trouxe minha vida e minha família para a Nova Zelândia em 2008.

Então, enquanto os conhecidos atrasos, os obstáculos e as complexidades contratuais não sejam culpa de uma pessoa ou de uma entidade, você simplesmente precisa entender que a situação ficou suficientemente complexa para dar no que deu. Acredite, deixar o pessoal de O Hobbit é extremamente doloroso. Como eu disse antes, toda a sorte de designs, animatrônicos, storyboards e esculturas que estou deixando representam fielmente minhas ideias para Mirkwood, aranhas, Wargs, Stone Trolls etc, e todo mundo tem o mesmo objetivo em mente: assegurar a melhor transição possível para o novo diretor.

Acredito que esses filmes acontecerão. A pré-produção continua neste exato momento. A equipe de roteiristas, eu incluso, continuará trabalhando. Não estou aqui para explicar passo a passo a situação, mas pra dizer que ela tem sido a mais difícil da minha vida. A partir de agora não sou mais uma voz oficial nesse projeto - e convido todo mundo a acompanhar a próxima fase da minha jornada como cineasta."


Del Toro não fala nada sobre esses futuros projetos - mas há especulações. O Hobbit está em hiato até que a dona dos direitos, a MGM, resolva seus problemas financeiros (que já haviam vitimado 007 em abril).

sábado, 5 de junho de 2010

Os vikings não passavam de meros saqueadores?

Esses “homens do norte” ou nordmanni, como eram chamados nos séculos IX e X, eram meros selvagens que atacavam as pobres populações cristãs indefesas. Certo? Errado!

O termo viking designa os homens que surgiram no litoral da Europa ocidental no fim do século VIII. Oriundos da Escandinávia, eles organizavam expedições a bordo de seus navios, os #knorr#, pelas margens do Báltico e do Mar do Norte.

Seus objetivos eram variados. Praticavam atividades comerciais importantes, mas também pilhavam as populações costeiras, às vezes subindo rios como o Reno, o Sena e o Loire. A primeira grande incursão teve como alvo as ilhas britânicas na década de 790. Pouco depois, os vikings chegaram à costa do continente europeu.

Durante grande parte do século IX, o reino da Frância Ocidental foi particularmente visado, e Carlos, o Calvo, foi obrigado a lhes pagar tributo. Em certos casos, eles se instalavam em terras estrangeiras. Foi assim com a Normandia, concedida ao líder viking Rollo por Carlos, o Simples, em 911. Em troca, o chefe viking comprometeu-se a proteger o litoral franco contra futuros ataques.

No entanto, convém relativizar a oposição entre francos e vikings. Estes não eram os únicos que praticavam a pilhagem. No século VIII, os pipinidas, à frente do reino dos francos, promoveram expedições contra os saxões ou os turíngios que não se distinguiam dos ataques vikings.

O saque representava uma ação heroica para os reis carolíngios. O butim era frequentemente exibido como prova de valor guerreiro. Pode-se dizer que, durante muito tempo, o "viking" foi o franco. Afinal, as pilhagens do século IX nada tinham de novo. Incomum foi o fato de os francos passarem a ser as vítimas.

Então por que essa imagem de bárbaros? Ela se explica pelas fontes, essencialmente clericais e monásticas. As igrejas e mosteiros eram o alvo privilegiado dos vikings, daí a reação veemente dos clérigos. Alguns, como o monge inglês Alcuíno, apresentavam os vikings como um castigo divino. Afinal de contas, faziam parte de um mundo estrangeiro, desconhecido, assustador, no qual se costumava situar os monstros descritos pelos autores da Antiguidade.

Certos missionários chegaram a ver cinocéfalos (homens com cabeça de cão) entre os pagãos do Norte. Foi assim que se construiu uma imagem que, de certo modo, espelhava o contrário do mundo franco. Os vikings eram apresentados como seres imundos, ímpios, rudes, ao contrário do mundo carolíngio, que se considerava civilizado e cristão. O esquema empregado foi o mesmo que opôs romanos a bárbaros. Uma imagem negativa, pois revela mais sobre as representações do “outro” por parte dos clérigos carolíngios que sobre a realidade histórica dos próprios vikings.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Pesquisa de Saint - Hilaire retorna virtualemte para o Brasil...


Site vai reunir anotações e imagens das 30 mil amostras de plantas brasileiras e sul-americanas coletadas pelo naturalista no século XIX

No começo do século XIX, a convite do embaixador francês no Rio de Janeiro, o naturalista Auguste de Saint-Hilaire (1779-1853) fez uma viagem ao Brasil. Entre 1816 e 1821, ele percorreu vários estados, coletando cerca de 30 mil exemplares de 7 mil espécies vegetais. Esse acervo, que foi conservado no Museu Nacional de História Natural da França, em Paris, voltará, ainda que virtualmente, para o Brasil.
Em 2009, a partir de um acordo de cooperação científica entre os dois países, foi apresentado um protótipo do “Herbário virtual A. de Saint-Hilaire”, um site ainda em produção e sem data de lançamento prevista, que trará a reprodução dos nove cadernos de anotações do botânico, além de imagens das 30 mil amostras reunidas por ele ao longo das viagens.
Para os especialistas em botânica, a contribuição de Saint-Hilaire para o estudo da flora brasileira foi – e ainda é – essencial. Boa parte das espécies brasileiras foi descoberta graças a seu levantamento, tanto pelas amostras como pelos diversos livros que publicou sobre o Brasil, entre eles a obra #Flora Brasiliae meridionalis, que se tornou referencial.
Por Graziella Beting

14 de Julho não comemora a queda da Bastilha...


Há mais de dois séculos os franceses param nesse dia para celebrar a tomada da histórica prisão por revolucionários, em frontal desacato ao poder real. Certo? Errado!

Faz parte do senso comum afirmar que no dia 14 de julho é comemorada a queda da Bastilha, ato que marcou o início da Revolução Francesa em 1789. Pouca gente sabe, no entanto, que a data entrou para o calendário cívico daquele país como a celebração de outro evento: a Festa da Federação, realizada em 14 de julho de 1790. A escolha do evento a ser celebrado foi feita no fim do século XIX, quando a Terceira República da França buscava consolidar o novo regime e construir um imaginário nacional próprio. Em 1880, o deputado Benjamin Raspail propôs o dia da tomada da Bastilha como data da festa nacional. Alguns parlamentares, no entanto, lembraram a violência que havia marcado aquela jornada revolucionária, quando o povo de Paris cortou a cabeça do governador da prisão e linchou os veteranos encarregados de vigiar os prisioneiros. Por conta do caráter polêmico da tomada da Bastilha, os deputados preferiram escolher a manifestação de 1790, por ser mais consensual. A Festa da Federação marcou o momento em que, após os enfrentamentos do ano anterior, o povo francês se reconciliou. A partir do dia 1º de junho de 1790, operários trabalharam ao lado de burgueses para transformar o Campo de Marte, em Paris, em um imenso circo com capacidade para 100 mil pessoas, no centro do qual se erguia o Altar da Pátria. A reforma, para a qual se recorreu à boa vontade dos parisienses, foi realizada em um clima de fraternidade e entusiasmo. Até mesmo o rei Luís XVI foi visto empunhando uma enxada, assim como o marquês de La Fayette, nobre que apoiava a revolução, apareceu em mangas de camisa. Naquele momento a França ainda não era uma República. A agitação social do ano anterior havia levado a monarquia a aceitar uma Constituição. Até ali, os franceses ainda respeitavam seu rei, contanto que ele observasse as leis e a autoridade emanadas do povo. A Festa da Federação foi organizada justamente para celebrar uma decisão da Assembleia Constituinte de 7 de junho de 1790, que reunia as diversas milícias de cidadãos formadas nas províncias. Assim, no dia 14 de julho de 1790, cerca de 100 mil soldados federados entraram em Paris e desfilaram da Bastilha ao Campo de Marte. Luís XVI, a rainha Maria Antonieta e o delfim (príncipe herdeiro) instalaram-se no pavilhão montado em frente à Escola Militar. Do outro lado, haviam erigido um arco triunfal. Nas tribunas, acotovelavam-se 260 mil parisienses. Por fim, no ponto alto da celebração, La Fayette jurou fidelidade à nação, ao rei e à lei, juramento repetido pela multidão. Luís XVI jurou fidelidade à Constituição. Um Te Deum (hino litúrgico) encerrou a jornada, que terminou em vivas e abraços. Não se contestou a monarquia, ratificou-se a revolução e se celebrou a união nacional. Foi esse espírito que os deputados do século XIX quiseram associar ao 14 de julho. Na memória coletiva, porém, a data sempre será lembrada como o dia em que o povo tomou a Bastilha, o maior símbolo do absolutismo francês.
Por Olivier Tosseri.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Criatividade a serviço do meio ambiente...

Amigos, navegando pela net dei de cara com essa reportagem no Yahoo sobre a reciclagem de Garrafas Pet, vale a pena ver como a preocupação com o meio ambiente esta gerando grandes novidades..
Rio de Janeiro - O uso de garrafas PET em tapetes, bases de pufes, luminárias e sistemas de aquecimento solar já é conhecido. Pois no segmento de materiais de construção, o tal polietieleno tereftalato também vem ganhando destaque. Em Manaus, o engenheiro eletrônico Luiz Antônio Pereira Formariz começou a investir na resina, tradicionalmente usadas em embalagens de refrigerante e água mineral, para fazer telhas. Assim, fundou a empresa Telhas Leve. O custo do metro quadrado do produto é de R$ 39, duas vezes mais alto que o da telha convencional de barro, que gira em torno de R$ 19. Mas, de acordo com Formariz, devido à sua leveza, o gasto com a estrutura do telhado custa R$ 15, um quarto do preço da tradicional, que é de R$ 70 em média.
As telhas de PET podem ainda ser encontradas em diferentes cores, como azul, amarela e vermelha. A marrom-cerâmica reproduz fielmente o tom das peças de barro. E a durabilidade do produto pode ser até cinco vezes maior. Além disso, Formariz destaca a importância que o produto traz ao meio ambiente.
“Hoje em dia, devido a popularização do consumo de refrigerantes embalados em garrafas de PET, a telha plástica tornou-se também uma grave ameaça ao meio ambiente, pois, após o consumo do conteúdo dessas garrafas, elas se transformam em lixo, causando poluições que afetam drasticamente o meio ambiente. Com a reciclagem do PET, existe a possibilidade de controlar esse problema, pois o material poderá ser transformado em outros produtos de grande utilidade e necessidades básicas para as pessoas”, explica o engenheiro.

Telha feita de garrafa PET pela Telha Leve
A coleta das garrafas PET é feita por cooperativas e associações de catadores de lixo. A reciclagem do material, segundo o engenheiro, além de poder contribuir para uma possível fonte de renda para famílias pobres ou desempregadas, reduz os de custos de fabricação dos produtos. Por ser um material que depende apenas de coleta, reciclagem, e dos devidos tratamentos de preparação, o plástico implica num preço um pouco menor do que se fosse comprado novo.

PLÁSTICO RECICLADO PODE SUBSTITUIR O COMPENSADO EM ESTRUTURA DE EDIFÍCIOS - O plástico reciclado também vem substituindo os compensados de madeira tradicionalmente utilizados na construção de edifícios como suporte para a confecção da laje plana (”tipo cogumelo”, feita de concreto e que não necessita de vigas).
A ideia é da Premag, do Ceará, que fabrica o chamado “plasterit” partir de garrafas PET recolhidas por cerca de mil catadores da região. Segundo o engenheiro Luiz Edmundo Pereira, sócio-diretor da empresa, o emprego do plasterit na estrutura dos prédios pode trazer uma economia de cerca de 15% no valor da estrutura do prédio, pois o compensado do material pode ser reutilizado várias vezes.
“Essa concepção estrutural, aliada ao uso das formas plásticas com material reciclado e de peças metálicas, reduz o gasto de madeira a praticamente zero, numa edificação. Além disso, o uso da plasterit na construção civil evita o desmatamento e ainda a queima de madeira, já que os compensados tradicionais têm pouca durabilidade e são, posteriormente, queimados”, afirma Pereira.
A Premag, que foi contemplada com o prêmio Top Imobiliário 2009 da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-Niterói), na categoria Sustentabilidade ambiental, já ergueu seis edificações com essa tecnologia no estado. E há mais cinco em construção: duas em Niterói, duas em Rio das Ostras e uma em Macaé. Entre elas, a do Hospital Icaraí, na Marquês do Paraná, e o prédio residencial La Brisa, na Praia de Piratininga.
Várias cores de telhas feitas com meteriais reciclados.

Casa coberta com telhas feita com reciclagem de garrafas pet.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Mapa nacional...

Muito bacana esta explicação de como cada região do Brasil entende o restante do país...

BRASIL NA VISÃO DOS PAULISTAS...






BRASIL NA VISÃO DOS CARIOCAS...




Bacana esta explicação de como cada região do brasil entende o restente do país...

Retorno!!!!!!!

Muito bem amigos...
depois de um período revigorante de "férias" estamos de volta!!!!
Com folego renovado para encarar mais um ano...
E começa tudo de novo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!