terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

MATERIAL CURSO PREPARATÓRIO CONCURSO PM PARANÁ - AULA DIA 19/02/2013


Basta copiar o endereço do link abaixo para abri a página do download.

http://www.mediafire.com/?qaf50s8mm4teqt5
http://www.mediafire.com/?q3dh3m0sa33ss4x
http://www.mediafire.com/?diiy6r4xyss9ynl 




quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

MATERIAL CURSO PREPARATÓRIO CONCURSO PM PARANÁ - AULA DIA 30/01/2013



Basta copiar o endereço do link abaixo para abri a página do download.


http://www.mediafire.com/?kjnub95t5i60kw0

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

MATERIAL CURSO PREPARATÓRIO CONCURSO PM PARANÁ - AULA DIA 15/01/2013


Basta copiar o endereço do link abaixo para abrir a página do download.
http://www.mediafire.com/?52cxshus10s6all

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

O homem das cavernas era um verdadeiro artista?

Entenda as divergências entre historiadores que tentaram descobrir a motivação dos primeiros humanos para pintar

Antes mesmo de aparecer em rochas ao ar livre por volta de 10.000 a.C., a arte pré-histórica já era exprimida nas profundezas das cavernas desde aproximadamente 32.000 a.C. Em 1880, o arqueólogo amador espanhol Sanz de Sautuola, o primeiro a decifrar a natureza das pinturas pré-históricas na caverna de Altamira, na Espanha, foi ridicularizado num primeiro momento. Mas a sua ideia ganhou terreno e, em 1901, a revelação das 180 gravuras e pinturas da caverna de Font-de-Gaume, na França, explodiu.
Historiadores divergem sobre o objetivo do homem das cavernas ao pintar como “uma enorme bomba no mundo pré-histórico”, de acordo com o abade Breuil, que participou do achado arqueológico. A ideia foi então aceita de forma definitiva e unânime em 1902, com o mea-culpa feito pelo arqueólogo Émile Cartailhac: o homem paleolítico foi, de fato, um artista!
A fauna é o tema dominante em 90% das obras desse período histórico: mamutes, bisões, cavalos, cervos, cabritos, muito bem proporcionados e detalhados a ponto de interessar os zoólogos sobre o aspecto de certas espécies extintas. Mas não há nem cenário natural nem vegetação que mostrem esses animais em seu meio natural. Eles eram pintados lado a lado, ou se sobrepunham nas paredes, muitas vezes sem que se levassem em conta seus respectivos tamanhos.
As figuras humanas — homens quase sempre com o pênis ereto, mulheres e às vezes híbridos, meio homem, meio animal — são muito raras e eram esboçadas ingenuamente, de maneira simples. As mãos, no entanto, aparecem com frequência: mãos chamadas positivas, cobertas com corante e em seguida carimbadas na parede, ou mãos ditas negativas, aplicadas como um estêncil, sobre as quais se assoprava um jato de tinta. Às vezes, a mão parece amputada, faltando um ou mais dedos — estes estavam provavelmente dobrados, como nas cavernas de Gargas, nos Pireneus, onde 144 pinturas desse tipo aparecem. Alguns defendem a ideia de um “código”...
Símbolos da feminilidade também são observados nas imagens: triângulos pélvicos, chamados de “vulvas”, ou glúteos de perfil. Finalmente, outros sinais mais misteriosos apareceram a partir do período aurignacense (40.000 a.C. a 25.000 a.C.) e multiplicaram-se no período magdaleniano (17.000 a.C. a 10.000 a.C.): círculos, retângulos, linhas, pontos, às vezes misturados com as figuras de animais.
Apenas duas cores eram utilizadas, isoladamente ou combinadas: o preto e o vermelho. A primeira era obtida do carvão de madeira ou de osso. A segunda era produzida a partir de ocre, uma argila vermelha ou castanho-amarelada. Aplicados em pontos grossos, justapostos para formar o desenho, esses pigmentos podiam também ser lançados na parede pelo sopro, após serem dissolvidos e colocados na boca. Os artistas utilizavam de forma inteligente as paredes, rachaduras e saliências para dar profundidade às obras.
Na caverna de Chauvet, na França, imagens descobertas em 1994 mostram que homem de Cro-Magnon utilizava outras técnicas. Ele raspava a parede antes de pintá-la, para obter uma “tela” branca, e esfumaçava as cores. Ainda mais surpreendente é o fato de essas 400 pinturas datarem de 32 mil anos: são as mais antigas conhecidas no mundo.
Perto de Marselha, a caverna Cosquer, descoberta em 1985, mostra, entre as 177 representações animais de 19 mil anos, focas, peixes, pinguins e um ser humano com cabeça de foca. Em Lascaux, finalmente, a “Capela Sistina da pré-história”, como disse Breuil, o homem realizou há 17 mil anos uma obra monumental — mais de 2 mil temas —, que continua a impressionar até os dias de hoje.
Como interpretar essas representações? O Homo sapiens simplesmente reproduziu seu meio ambiente pelo prazer da arte? Essa explicação está hoje abandonada: as obras, produzidas cuidadosamente à luz de tochas nas profundezas de cavernas, pouco acessíveis, permanecem invisíveis sem que haja uma fonte de luz externa. Tratava-se de um bestiário sagrado? Mas, se um animal tem um valor de totem, por que pintar tantas espécies no mesmo local? E o que dizer das lanças perfurando, às vezes, esses animais? Simbolização mágica da caça, para garantir uma boa caçada? Era o que o abade Breuil chamava de magia simpática. Mas esses animais “feridos” não correspondiam aos ossos fossilizados das espécies consumidas. E, ainda, como explicar os signos abstratos? Extremamente matemática, a abordagem dita estruturalista, defendida por André Leroi-Gourhan, vê em cada uma dessas cavernas decoradas uma mensagem simbólica global, organizada de forma espacial — uma mensagem que permaneceu sem ser decifrada, apesar da adesão de um bom número de historiadores da pré-história a essa hipótese. Mas, depois das recentes descobertas como a da caverna de Chauvet, tal hipótese já se sustenta.
A explicação mais recente é a do xamanismo, levantada por Jean Clottes. Ele vê as cavernas como santuários religiosos, decorados para criar um ambiente mágico; as formas geométricas seriam frutos das visões dos xamãs durante os transes. Essa teoria não é unânime. De qualquer forma, essas obras corroboram, finalmente, a definição de arte dada pelo dicionário Larousse: “Criação de objetos ou encenações específicas, destinadas a provocar no homem um estado particular de sensibilidade, mais ou menos relacionado ao prazer estético”.

por Frédéric Belnet

sábado, 21 de julho de 2012

1º Evento Cosplay de Umuarama - 21 de Julho

As poucas fotos que tirei no 1º Evento Cosplay de Umuarama que se realizou no dia 21/07/2012.
Esperamos que outros eventos venham que que cresça cada vez mais!!!
















segunda-feira, 18 de junho de 2012

Material para recuperação de ARTE – 2º ANO - ALFA



Material para recuperação de ARTE – 2º ANO - ALFA  
FRENTE B - ARTE BARROCA NO BRASIL:
FRENTE B - ARTE BARROCA:
2 ano - FRENTE B - ROCOCÓ:
2 ano - FRENTE B - NEOCLASSICISMO:
2 ano - FRENTE A - MÚSICA BARROCA:    http://www.mediafire.com/view/?s5ljmk96mb9xqrc

Material para recuperação de ARTE – 1º ANO - ALFA



Material para recuperação de ARTE – 1º ANO - ALFA  
FRENTE B - BELEZA PELO TEMPO:
FRENTE B - ARTE NA PRÉ-HISTÓRIA:
FRENTE B - ARTE NA MESOPOTÂMIA:
1 ano - FRENTE A - MÚSICA NA PRÉ-HISTÓRIA E ANTIGUIDADE:
1 ano - FRENTE B - ARTE GREGA:
1° ano - FRENTE B - ARTE EGÍPCIA:

segunda-feira, 4 de junho de 2012

O casal Rosemberg era inocente – FALSO!

Acusado de espionagem, preso, condenado e executado em 1953, o casal sempre negou ter fornecido informações aos soviéticos. 
Mas novas provas mostram o contrário



Julius e Ethel Rosenberg eram um casal de judeus nova-iorquinos comunistas. Em junho de 1950, David Greenglass, ex-mecânico das usinas atômicas de Los Alamos, foi preso. Ele reconheceu ter recebido dinheiro de um espião, Harry Gold, em troca do fornecimento de informações à União Soviética sobre os projetos da fábrica para a qual ele trabalhava. Greenglass acusou seu cunhado, Julius Rosenberg, de ser o cérebro do caso. O FBI prendeu Julius em 17 de julho de 1950 e, para fazer pressão, aprisionou sua mulher um mês depois. Eles foram condenados em março de 1951 por “conspiração com o objetivo de espionagem”, em pleno período anticomunista de “caça às bruxas” organizado pelo senador McCarthy.
Do chefe da acusação à escolha do procurador-geral Irving Saypol, apelidado de “o terror dos vermelhos”, para conduzir o caso, tudo contribuía para garantir uma pena pesada para o casal Rosenberg. Na prisão de Sing-Sing, perto de Nova York, eles negaram a culpa até o fim – em uma época em que a confissão poderia salvá-los da cadeira elétrica. Foram condenados à morte em 29 de março de 1951, o que deixou a opinião pública indiferente.

Mas o caso Rosenberg repercutiu e ganhou amplitude em 1952. Os comunistas proclamaram a inocência de Julius e Ethel e lançaram uma campanha mundial para salvá-los, denunciando um processo injusto. Moscou alimentou e explorou o caso, acusando os Estados Unidos de fascismo e antissemitismo; o que permitiu desviar a atenção do caso do complô antissemita dos “aventais brancos” (médicos), que Stalin organizava naquele momento na URSS. A opinião pública mundial comoveu-se, em vários países foram montados comitês de apoio que transcendiam as divisões políticas. O papa Pio XII chegou a pedir clemência.

Nada foi feito. Julius e Ethel Rosen-berg foram executados em 19 de junho de 1953. Tornaram-se, desde então, o símbolo de um trágico erro judicial. Contudo, em 1995, a CIA anunciou a liberação de mensagens arquivadas desde 1939 e conhecidas sob o nome de Projeto Venona. Elas comprovavam a culpa dos Rosenberg, designados nas mensagens sob os codinomes “Antena” e “Liberal”. Decifradas na época, as mensagens não haviam sido exibidas no decorrer do processo para não comprometer suas fontes. Os Rosenberg transmitiram aos soviéticos documentos relativos não à energia atômica, mas a radares e sonares.
As últimas dúvidas sobre a culpa do casal foram dissipadas em 1999, com o aparecimento das memórias de um antigo agente secreto soviético, Alexandre Feklissov. Ele confirmou haver recebido informações do casal Rosenberg, que estava à frente de uma “rede de primeira importância nos domínios da eletrônica e da aviação” quando os dois trabalhavam nas fábricas de armamentos durante a guerra.

Espiões e culpados, Julius e Ethel Rosenberg nem por isso deixam de ser as vítimas mais espetaculares do macarthismo e o símbolo de um erro judicial no qual se acreditou durante mais de 40 anos.

por Olivier Tosseri