sábado, 21 de julho de 2012

1º Evento Cosplay de Umuarama - 21 de Julho

As poucas fotos que tirei no 1º Evento Cosplay de Umuarama que se realizou no dia 21/07/2012.
Esperamos que outros eventos venham que que cresça cada vez mais!!!
















segunda-feira, 18 de junho de 2012

Material para recuperação de ARTE – 2º ANO - ALFA



Material para recuperação de ARTE – 2º ANO - ALFA  
FRENTE B - ARTE BARROCA NO BRASIL:
FRENTE B - ARTE BARROCA:
2 ano - FRENTE B - ROCOCÓ:
2 ano - FRENTE B - NEOCLASSICISMO:
2 ano - FRENTE A - MÚSICA BARROCA:    http://www.mediafire.com/view/?s5ljmk96mb9xqrc

Material para recuperação de ARTE – 1º ANO - ALFA



Material para recuperação de ARTE – 1º ANO - ALFA  
FRENTE B - BELEZA PELO TEMPO:
FRENTE B - ARTE NA PRÉ-HISTÓRIA:
FRENTE B - ARTE NA MESOPOTÂMIA:
1 ano - FRENTE A - MÚSICA NA PRÉ-HISTÓRIA E ANTIGUIDADE:
1 ano - FRENTE B - ARTE GREGA:
1° ano - FRENTE B - ARTE EGÍPCIA:

segunda-feira, 4 de junho de 2012

O casal Rosemberg era inocente – FALSO!

Acusado de espionagem, preso, condenado e executado em 1953, o casal sempre negou ter fornecido informações aos soviéticos. 
Mas novas provas mostram o contrário



Julius e Ethel Rosenberg eram um casal de judeus nova-iorquinos comunistas. Em junho de 1950, David Greenglass, ex-mecânico das usinas atômicas de Los Alamos, foi preso. Ele reconheceu ter recebido dinheiro de um espião, Harry Gold, em troca do fornecimento de informações à União Soviética sobre os projetos da fábrica para a qual ele trabalhava. Greenglass acusou seu cunhado, Julius Rosenberg, de ser o cérebro do caso. O FBI prendeu Julius em 17 de julho de 1950 e, para fazer pressão, aprisionou sua mulher um mês depois. Eles foram condenados em março de 1951 por “conspiração com o objetivo de espionagem”, em pleno período anticomunista de “caça às bruxas” organizado pelo senador McCarthy.
Do chefe da acusação à escolha do procurador-geral Irving Saypol, apelidado de “o terror dos vermelhos”, para conduzir o caso, tudo contribuía para garantir uma pena pesada para o casal Rosenberg. Na prisão de Sing-Sing, perto de Nova York, eles negaram a culpa até o fim – em uma época em que a confissão poderia salvá-los da cadeira elétrica. Foram condenados à morte em 29 de março de 1951, o que deixou a opinião pública indiferente.

Mas o caso Rosenberg repercutiu e ganhou amplitude em 1952. Os comunistas proclamaram a inocência de Julius e Ethel e lançaram uma campanha mundial para salvá-los, denunciando um processo injusto. Moscou alimentou e explorou o caso, acusando os Estados Unidos de fascismo e antissemitismo; o que permitiu desviar a atenção do caso do complô antissemita dos “aventais brancos” (médicos), que Stalin organizava naquele momento na URSS. A opinião pública mundial comoveu-se, em vários países foram montados comitês de apoio que transcendiam as divisões políticas. O papa Pio XII chegou a pedir clemência.

Nada foi feito. Julius e Ethel Rosen-berg foram executados em 19 de junho de 1953. Tornaram-se, desde então, o símbolo de um trágico erro judicial. Contudo, em 1995, a CIA anunciou a liberação de mensagens arquivadas desde 1939 e conhecidas sob o nome de Projeto Venona. Elas comprovavam a culpa dos Rosenberg, designados nas mensagens sob os codinomes “Antena” e “Liberal”. Decifradas na época, as mensagens não haviam sido exibidas no decorrer do processo para não comprometer suas fontes. Os Rosenberg transmitiram aos soviéticos documentos relativos não à energia atômica, mas a radares e sonares.
As últimas dúvidas sobre a culpa do casal foram dissipadas em 1999, com o aparecimento das memórias de um antigo agente secreto soviético, Alexandre Feklissov. Ele confirmou haver recebido informações do casal Rosenberg, que estava à frente de uma “rede de primeira importância nos domínios da eletrônica e da aviação” quando os dois trabalhavam nas fábricas de armamentos durante a guerra.

Espiões e culpados, Julius e Ethel Rosenberg nem por isso deixam de ser as vítimas mais espetaculares do macarthismo e o símbolo de um erro judicial no qual se acreditou durante mais de 40 anos.

por Olivier Tosseri



sexta-feira, 4 de maio de 2012

MATERIAL 2º BIMESTRE - ARTE - 1º ANO ALFA...


1 ano - FRENTE A - MÚSICA NA PRÉ-HISTÓRIA E ANTIGUIDADE:
http://www.mediafire.com/view/?51d1lnk37wzww0z
1 ano - FRENTE B - ARTE GREGA:
http://www.mediafire.com/view/?6yb2st596yd13ic
1° ano - FRENTE B - ARTE EGÍPCIA:
http://www.mediafire.com/view/?46aeblp6o771dxv

MATERIAL 2º BIMESTRE - ARTE - 2º ANO ALFA...



2 ano - FRENTE B - ROCOCÓ:
http://www.mediafire.com/view/?q8epkv2fjkylxm9
2 ano - FRENTE B - NEOCLASSICISMO:
http://www.mediafire.com/view/?0k2frlcs71wl3q1
2 ano - FRENTE A - MÚSICA BARROCA:                                                                                                                                                                                                                                                                              http://www.mediafire.com/view/?s5ljmk96mb9xqrc

quinta-feira, 3 de maio de 2012

'O Grito', de Edvard Munch, é leiloado por US$ 119,9 milhões...




Uma versão de "O Grito", do pintor norueguês Edvard Munch, foi leiloada nesta quarta-feira por 119,9 milhões de dólares na casa Sotheby's de Nova York, tornando-se a obra de arte mais cara já vendida em um leilão.
A obra, feita em 1895 que representa um homem que grita, com as mãos nas orelhas e com um fundo de céu avermelhado, era a única das quatro versões de "O Grito" ainda em posse de um colecionador.
A competição fervorosa entre sete apostadores levou o preço ao recorde para uma obra de arte em leilão em apenas 12 minutos, despertando aplausos.
O recorde anterior havia sido registrado pelo quadro de Picasso "Nu, Folhas Verdes e Busto", vendido em 2010 por 106,5 milhões de dólares.
"O Grito" simboliza a angústia existencial e o desespero da era moderna.
Foi vendido pelo colecionador norueguês Petter Olsen, cujo pai era amigo e apoiador do artista. Ele planejava abrir um novo museu na Noruega.
Em duas ocasiões, outras versões da pintura foram roubadas de museus, apesar de ambas terem sido recuperadas. A obra é amplamente conhecida tanto por especialistas em arte como pelo público em geral.

Dinossauros herbívoros já estavam em decadência quando asteroide caiu na Terra...


Os grandes dinossauros herbívoros já estavam em decadência, ao contrário dos carnívoros, quando um meteorito provocou o desaparecimento de todos esses répteis ao cair na Terra há 65 milhões de anos, indica um estudo publicado nesta terça-feira.
"Muita gente acha que a extinção dos dinossauros se deveu a um asteroide que matou todos eles", afirma o paleontólogo do Museu de História Natural de Nova York, Steve Brusatte.
"Hoje podemos dizer que, provavelmente, as coisas foram mais complicadas", acrescentou.
Alguns cientistas acreditam que os dinossauros terrestres desapareceram depois que um meteorito atingiu a Terra no período Cretáceo-Terciário.
Já o estudo publicado pela Nature Communications se baseia na comparação das estruturas dos esqueletos de 150 espécies diferentes de dinossauros terrestres para ver como mudaram com o tempo. O objetivo era saber se uma espécie declinava ou, ao contrário, estava aumentando suas possibilidades de sobrevivência.
Dessa forma, chegou à conclusão de que os grandes herbívoros com chifres ou bico de pato reduziram sua variedade durante os 12 últimos milhões de ano do Cretáceo.
"Estes dinossauros estavam se tornando cada vez mais parecidos uns com os outros, estavam perdendo a variedade. No geral, quando se vê uma redução da anatomia de um tipo, isso quer dizer que o grupo está em dificuldades", assegurou.
Ao contrário, os grupos que aumentam sua variedade têm maiores possibilidades de sobreviver porque podem ocupar novos nichos de habitat ou adaptar-se melhor à mudança, segundo o pesquisador.
Até o fim do Cretáceo, os grandes dinossauros herbívoros estavam em decadência, mas os grandes carnívoros e os herbívoros de tamanho médio prosperavam.
"O que se pode dizer com seriedade agora é que, quando o asteroide caiu e começaram as erupções vulcânicas, não atingiram um mundo no qual tudo estava indo bem, um mundo estático", avaliou Brusatte.
"Naquela época, os dinossauros, ou pelo menos alguns deles, conheciam importantes mudanças evolutivas e pelo menos esses herbívoros grandes estavam em decadência", concluiu.

quarta-feira, 7 de março de 2012