segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Pesquisa de Saint - Hilaire retorna virtualemte para o Brasil...


Site vai reunir anotações e imagens das 30 mil amostras de plantas brasileiras e sul-americanas coletadas pelo naturalista no século XIX

No começo do século XIX, a convite do embaixador francês no Rio de Janeiro, o naturalista Auguste de Saint-Hilaire (1779-1853) fez uma viagem ao Brasil. Entre 1816 e 1821, ele percorreu vários estados, coletando cerca de 30 mil exemplares de 7 mil espécies vegetais. Esse acervo, que foi conservado no Museu Nacional de História Natural da França, em Paris, voltará, ainda que virtualmente, para o Brasil.
Em 2009, a partir de um acordo de cooperação científica entre os dois países, foi apresentado um protótipo do “Herbário virtual A. de Saint-Hilaire”, um site ainda em produção e sem data de lançamento prevista, que trará a reprodução dos nove cadernos de anotações do botânico, além de imagens das 30 mil amostras reunidas por ele ao longo das viagens.
Para os especialistas em botânica, a contribuição de Saint-Hilaire para o estudo da flora brasileira foi – e ainda é – essencial. Boa parte das espécies brasileiras foi descoberta graças a seu levantamento, tanto pelas amostras como pelos diversos livros que publicou sobre o Brasil, entre eles a obra #Flora Brasiliae meridionalis, que se tornou referencial.
Por Graziella Beting

14 de Julho não comemora a queda da Bastilha...


Há mais de dois séculos os franceses param nesse dia para celebrar a tomada da histórica prisão por revolucionários, em frontal desacato ao poder real. Certo? Errado!

Faz parte do senso comum afirmar que no dia 14 de julho é comemorada a queda da Bastilha, ato que marcou o início da Revolução Francesa em 1789. Pouca gente sabe, no entanto, que a data entrou para o calendário cívico daquele país como a celebração de outro evento: a Festa da Federação, realizada em 14 de julho de 1790. A escolha do evento a ser celebrado foi feita no fim do século XIX, quando a Terceira República da França buscava consolidar o novo regime e construir um imaginário nacional próprio. Em 1880, o deputado Benjamin Raspail propôs o dia da tomada da Bastilha como data da festa nacional. Alguns parlamentares, no entanto, lembraram a violência que havia marcado aquela jornada revolucionária, quando o povo de Paris cortou a cabeça do governador da prisão e linchou os veteranos encarregados de vigiar os prisioneiros. Por conta do caráter polêmico da tomada da Bastilha, os deputados preferiram escolher a manifestação de 1790, por ser mais consensual. A Festa da Federação marcou o momento em que, após os enfrentamentos do ano anterior, o povo francês se reconciliou. A partir do dia 1º de junho de 1790, operários trabalharam ao lado de burgueses para transformar o Campo de Marte, em Paris, em um imenso circo com capacidade para 100 mil pessoas, no centro do qual se erguia o Altar da Pátria. A reforma, para a qual se recorreu à boa vontade dos parisienses, foi realizada em um clima de fraternidade e entusiasmo. Até mesmo o rei Luís XVI foi visto empunhando uma enxada, assim como o marquês de La Fayette, nobre que apoiava a revolução, apareceu em mangas de camisa. Naquele momento a França ainda não era uma República. A agitação social do ano anterior havia levado a monarquia a aceitar uma Constituição. Até ali, os franceses ainda respeitavam seu rei, contanto que ele observasse as leis e a autoridade emanadas do povo. A Festa da Federação foi organizada justamente para celebrar uma decisão da Assembleia Constituinte de 7 de junho de 1790, que reunia as diversas milícias de cidadãos formadas nas províncias. Assim, no dia 14 de julho de 1790, cerca de 100 mil soldados federados entraram em Paris e desfilaram da Bastilha ao Campo de Marte. Luís XVI, a rainha Maria Antonieta e o delfim (príncipe herdeiro) instalaram-se no pavilhão montado em frente à Escola Militar. Do outro lado, haviam erigido um arco triunfal. Nas tribunas, acotovelavam-se 260 mil parisienses. Por fim, no ponto alto da celebração, La Fayette jurou fidelidade à nação, ao rei e à lei, juramento repetido pela multidão. Luís XVI jurou fidelidade à Constituição. Um Te Deum (hino litúrgico) encerrou a jornada, que terminou em vivas e abraços. Não se contestou a monarquia, ratificou-se a revolução e se celebrou a união nacional. Foi esse espírito que os deputados do século XIX quiseram associar ao 14 de julho. Na memória coletiva, porém, a data sempre será lembrada como o dia em que o povo tomou a Bastilha, o maior símbolo do absolutismo francês.
Por Olivier Tosseri.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Criatividade a serviço do meio ambiente...

Amigos, navegando pela net dei de cara com essa reportagem no Yahoo sobre a reciclagem de Garrafas Pet, vale a pena ver como a preocupação com o meio ambiente esta gerando grandes novidades..
Rio de Janeiro - O uso de garrafas PET em tapetes, bases de pufes, luminárias e sistemas de aquecimento solar já é conhecido. Pois no segmento de materiais de construção, o tal polietieleno tereftalato também vem ganhando destaque. Em Manaus, o engenheiro eletrônico Luiz Antônio Pereira Formariz começou a investir na resina, tradicionalmente usadas em embalagens de refrigerante e água mineral, para fazer telhas. Assim, fundou a empresa Telhas Leve. O custo do metro quadrado do produto é de R$ 39, duas vezes mais alto que o da telha convencional de barro, que gira em torno de R$ 19. Mas, de acordo com Formariz, devido à sua leveza, o gasto com a estrutura do telhado custa R$ 15, um quarto do preço da tradicional, que é de R$ 70 em média.
As telhas de PET podem ainda ser encontradas em diferentes cores, como azul, amarela e vermelha. A marrom-cerâmica reproduz fielmente o tom das peças de barro. E a durabilidade do produto pode ser até cinco vezes maior. Além disso, Formariz destaca a importância que o produto traz ao meio ambiente.
“Hoje em dia, devido a popularização do consumo de refrigerantes embalados em garrafas de PET, a telha plástica tornou-se também uma grave ameaça ao meio ambiente, pois, após o consumo do conteúdo dessas garrafas, elas se transformam em lixo, causando poluições que afetam drasticamente o meio ambiente. Com a reciclagem do PET, existe a possibilidade de controlar esse problema, pois o material poderá ser transformado em outros produtos de grande utilidade e necessidades básicas para as pessoas”, explica o engenheiro.

Telha feita de garrafa PET pela Telha Leve
A coleta das garrafas PET é feita por cooperativas e associações de catadores de lixo. A reciclagem do material, segundo o engenheiro, além de poder contribuir para uma possível fonte de renda para famílias pobres ou desempregadas, reduz os de custos de fabricação dos produtos. Por ser um material que depende apenas de coleta, reciclagem, e dos devidos tratamentos de preparação, o plástico implica num preço um pouco menor do que se fosse comprado novo.

PLÁSTICO RECICLADO PODE SUBSTITUIR O COMPENSADO EM ESTRUTURA DE EDIFÍCIOS - O plástico reciclado também vem substituindo os compensados de madeira tradicionalmente utilizados na construção de edifícios como suporte para a confecção da laje plana (”tipo cogumelo”, feita de concreto e que não necessita de vigas).
A ideia é da Premag, do Ceará, que fabrica o chamado “plasterit” partir de garrafas PET recolhidas por cerca de mil catadores da região. Segundo o engenheiro Luiz Edmundo Pereira, sócio-diretor da empresa, o emprego do plasterit na estrutura dos prédios pode trazer uma economia de cerca de 15% no valor da estrutura do prédio, pois o compensado do material pode ser reutilizado várias vezes.
“Essa concepção estrutural, aliada ao uso das formas plásticas com material reciclado e de peças metálicas, reduz o gasto de madeira a praticamente zero, numa edificação. Além disso, o uso da plasterit na construção civil evita o desmatamento e ainda a queima de madeira, já que os compensados tradicionais têm pouca durabilidade e são, posteriormente, queimados”, afirma Pereira.
A Premag, que foi contemplada com o prêmio Top Imobiliário 2009 da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-Niterói), na categoria Sustentabilidade ambiental, já ergueu seis edificações com essa tecnologia no estado. E há mais cinco em construção: duas em Niterói, duas em Rio das Ostras e uma em Macaé. Entre elas, a do Hospital Icaraí, na Marquês do Paraná, e o prédio residencial La Brisa, na Praia de Piratininga.
Várias cores de telhas feitas com meteriais reciclados.

Casa coberta com telhas feita com reciclagem de garrafas pet.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Mapa nacional...

Muito bacana esta explicação de como cada região do Brasil entende o restante do país...

BRASIL NA VISÃO DOS PAULISTAS...






BRASIL NA VISÃO DOS CARIOCAS...




Bacana esta explicação de como cada região do brasil entende o restente do país...

Retorno!!!!!!!

Muito bem amigos...
depois de um período revigorante de "férias" estamos de volta!!!!
Com folego renovado para encarar mais um ano...
E começa tudo de novo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Viagem pelo oriente...

Roteiro de viagem:
Índia!!!!
Com dúvidas???
De uma olhadinha nas fotos e tenho certeza que mudara de ideia!!!!
















sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Trabalho em equipe no Brasil...

Os brasileiros são famosos por serem muito prestativos e acolhedores, este pedrão de comportamento também esta presente no ambiente de trabalho.
Caso você esteja duvidando desta afirmação, posso porvar com esta foto: